Quando trabalhar como motorista de aplicativo vira uma injusta acusação criminal!

Neste vídeo, compartilho um caso marcante da nossa atuação criminal: a defesa de um motorista de aplicativo acusado injustamente de ter transportado pessoas investigadas por um crime grave até o local dos fatos.

O caso exigiu uma defesa técnica, cuidadosa e profundamente comprometida com a verdade processual. Afinal, prestar serviço de transporte por aplicativo não significa participar, conhecer ou concordar com a conduta de passageiros.

A acusação, quando não amparada por provas concretas de dolo, vínculo subjetivo, prévio conhecimento ou participação efetiva, não pode transformar um trabalhador em criminoso apenas porque ele exerceu sua atividade profissional.

Na defesa, demonstramos que o motorista apenas realizava seu trabalho, sem qualquer prova de que tivesse ciência da finalidade da corrida ou participação no fato investigado. O resultado foi uma grande vitória, com o reconhecimento da fragilidade da acusação e a preservação da justiça no caso concreto.

Esse caso reforça uma lição importante: ninguém pode ser condenado por presunção, associação indireta ou mera circunstância. No processo penal, a culpa precisa ser provada.

Assista ao vídeo abaixo:



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